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Expo Aero Brasil 2006
16/09/2006

Há 100 anos, o intrépido Aberto Santos Dumont fazia seu vôo no 14-BIS nos campos de Bagatelle, na França. Era a realização de um sonho, o resultado da habilidade e inteligência humana, que não pára somente nos sonhos – a sua realização, com esforço, persistência, determinação e competência, tem de acontecer!
Hoje, 100 anos depois, na Expo Aero Brasil 2006 – realizada na cidade de Araras, SP, de 5 a 8 de outubro – pudemos ver que o sonho de Santos Dumont ainda persiste em milhares de seres humanos que têm impregnado na alma a vontade de voar.
Apesar da conquista do espaço, de 12 pessoas já terem ido à Lua, de grandes jatos transportarem centenas de passageiros, ao vermos a réplica do Demoiselle decolar da pista do aeroporto de Araras, desenhando no céu o mesmo cenário do início do século XX, percebemos que a complexidade tecnológica pode ser importante para a evolução das máquinas, mas não apaga a emoção que o vôo de um simples Demoiselle é capaz de proporcionar, mesmo um século depois.
A aviação experimental é a que se fez presente com mais vigor na EAB 2006. O anfíbio SeaRey do Claus Kiep, o Paradise P4 do Noé (made in BAHIA, BRASIL), os Fox da StarFlight, o exótico Bumerangue da Fabe, Conquest da Inpaer, ultraleves da Flyer, Microleve, Air Fox, o Toxo II da EAA, o avançado Clipper da Órion, dentre outros. Entre jatos executivos, turboélices e aeronaves de todos os tipos, tamanhos e preços, os ultraleves, como sempre, foram um show à parte. Os ultraleves básicos – que ultimamente aparenta ser uma categoria em extinção, diante da crescente demanda dos ultraleves avançados – foram representados pela Trike Ícaros, com seu modelo Adventure, e o Heckel, com o trike A3. O requinte de acabamento do trike Adventure, a leveza do A3 e o baixo preço de ambos – comparados aos demais ultraleves – são alguns dos detalhes que nos dá a certeza de que são os trikes que garantirão a sobrevivência bem sucedida dos ultraleves básicos no futuro.
Nem de girocópteros podemos esperar a preservação dos básicos, porque o Devonsir compareceu a Feira com o seu girocóptero Everst, que se posiciona confortavelmente na categoria dos avançados. O giro Everest foi uma grata surpresa. É uma aeronave biplace, com um canopi de policarbonato termoformado, que cobre uma cabine ampla e confortável, com dois assentos em tandem. A aeronave é totalmente carenada e tem um motor Lycoming de 150 HP. Se não fosse a despretensão do Devonsir, que se preocupa muito com a segurança e qualidade das aeronaves que faz, mas nem tanto com a quantidade, poderíamos imaginar brevemente muitos girocópteros fazendo navegação aérea pelo nosso vasto território brasileiro, participando dos encontros que se multiplicam cada vez mais.
Mas não é só de avião pronto, montado e voando, que vive a aviação experimental. Motorização é um tema quase passional pra quem vive nesse meio. Os tradicionais motores Rotax, a nova alternativa em 4 tempos HKS – motor japonês representado no Brasil pela StarFlight – e os automotivos adaptados (ou aeronautizados), onde reinam os motores VolksWagen e começam a surgir outras opções de motores mais modernos, inclusive a diesel.
A Arieltek apresentou o seu sistema completo de ignição, inclusive com o magneto de sua própria fabricação. É o resultado de um investimento enorme – considerando a demanda do mercado – feito nos últimos anos. É uma prova de que a indústria brasileira de peças e sistemas para a aviação experimental também é movida pela busca da realização de sonhos!
A Eletroleve apresentou o intercomunicador ACT-1, com som estéreo, amplificador diferencial e filtro de freqüência. Este novo intercomunicador proporcionará ainda mais conforto e segurança aos vôos, principalmente aos de longa duração. Os headphones E-10S, também lançados na EAB 2006, possuem chave seletora para MONO ou ESTÉREO, plugues injetados e personalizados, além do novo microfone noise cancelling electret.
Foram quatro dias de vôos de performance e shows aéreos, narrados pelo Vadico, locutor oficial, que consegue, com extrema competência, traduzir em palavras a emoção do espetáculo que os pilotos realizam no céu. Pessoas de todas as regiões do Brasil e de outros países formavam um público homogêneo, que respirava aviação. Um público um pouco menor dessa vez, em relação aos eventos anteriores, mas que compareceu com a fidelidade de sempre, porque a Feira e a nossa aviação têm de acontecer!
Veja mais fotos da Feira no SPOTTER (clique aqui).

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